Lâmpadas

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Mais informações sobre Lâmpadas

Sabia que...
A lâmpada fluorescente (lâmpada economizadora) é um tipo de lâmpada criada por Nikola Tesla, introduzida no mercado consumidor em 1938. Ao contrário das lâmpadas de filamento, possui grande eficiência por emitir mais energia eletromagnética em forma de luz do que calor.

Funcionamento
As lâmpadas fluorescentes funcionam de modo semelhante aos tubos de descarga de gás néon, possuem um par de elétrodos em cada extremo. O tubo de vidro é coberto com um material à base de fósforo. Este, quando excitado com radiação ultravioleta gerada pela ionização dos gases, produz luz visível. Internamente são carregadas com gases inertes a baixa pressão, as mais comuns utilizam o árgon. Além da cobertura de fósforo, existem elétrodos em forma de filamentos nas suas extremidades. Sua função é pré-aquecer seu interior para reduzir a tensão elétrica necessária à ionização, dando a partida no processo de bombardeamento por íons positivos dos gases no interior do tubo.

Quando a composição interna for à base de vapor de mercúrio, portanto não condutiva, deve ser aplicado um gradiente de tensão de algumas centenas de volts ao mesmo tempo que as extremidades são aquecidas. Acontecendo a descarga iónica, portanto a emissão de luz U.V. e esta excitando o fósforo da parede do tubo de vidro, não há mais necessidade de alta tensão entre os extremos do tubo, sendo reduzida para menos de 100 V, no caso de lâmpadas de baixa potência e no máximo 175 V em caso de lâmpadas de alta potência.

A intensidade de corrente elétrica que passa através dos gases de baixa pressão emite grande quantidade de radiação U.V. no comprimento de onda de emissão do vapor de mercúrio. Esta é convertida em luz visível pela camada de fósforo que, dependendo da mistura aplicada, dará a tonalidade da coloração emitida.

Uma lâmpada fluorescente (lâmpada economizadora), para funcionar, precisa de dois acessórios extra: O Arrancador (português europeu) ou Starter (português brasileiro) (que não é mais do que um relé térmico biestável) e o balastro (que é uma bobina para gerar a alta tensão necessária ao arranque e controlar a corrente consumida pela lâmpada).

O arrancador só funciona no ato da ignição da lâmpada, ficando todo o resto do tempo desligado. Até pode ser retirado do circuito, que a lâmpada permanece acesa.

Aplicação
As aplicações de lâmpadas fluorescentes (lâmpada economizadora) vão desde o uso doméstico, passando pelo industrial, chegando ao uso laboratorial. Neste caso são largamente utilizadas sem cobertura de fósforo para equipamentos de esterilização por radiação ultravioleta (U.V.). Lembrando que após sua vida útil, as lâmpadas não podem ser utilizadas para outros fins, pois os gases armazenados no seu interior são muito prejudiciais ao meio ambiente. Quando quebrada o vapor de mercúrio pode contaminar e causar danos à atmosfera.

Eficiência e durabilidade
Além de serem de duas a quatro vezes mais eficientes em relação às lâmpadas incandescentes, as fluorescentes chegam a ter vida útil acima de dez mil horas de uso, chegando normalmente à marca de vinte mil horas de uso, contra a durabilidade normal de mil horas das incandescentes. E também geram uma economia de 80% (lâmpada de 15 W fluorescente comparada a uma lâmpada incandescente de 60 W).

Poluição
A lâmpada fluorescente não deve ser colocada no lixo comum, nem em aterros sanitários, porque possui mercúrio (elemento químico) e fósforo na sua composição. É classificada como contaminante químico. Caso tenha destino inadequado, a lâmpada fluorescente pode poluir o ar, solo, lençóis freáticos, rios, chuvas, animais e o homem, comprometendo a cadeia alimentar. Deve ser destinada a empresas de reciclagem

Características
Lâmpadas planas, finas como folhas de alumínio, que não precisam de suportes metálicos, super-leves, podendo se adaptar a qualquer ambiente e servindo inclusive para aplicações médicas. Essa é a novidade apresentada por pesquisadores da Universidade de Illinois, Estados Unidos. As novas lâmpadas são formadas por um sanduíche de duas folhas de alumínio separadas por uma finíssima camada isolante de óxido de alumínio (safira). O que faz essa estrutura emitir luz é uma série de pequenas cavidades cheias de gás, que penetram a folha de alumínio superior e a camada de safira. Essas cavidades, com o formato de um diamante, são depósitos de plasma, que emitem luz sob a ação de uma corrente elétrica. O princípio é o mesmo das lâmpadas fluorescentes, só que as lâmpadas de plasma dispensam refletores e suportes. Por cima da folha superior de alumínio vai uma camada de vidro de 0,5 milímetro de espessura, com o lado interno recoberto por uma película de fósforo de 10 micrômetros de espessura. Com isso, todo o painel de lâmpadas de plasma tem uma espessura total de 0,8 milímetros. Construídos de folhas de alumínio, safira e minúsculas quantidades de gás, os painéis são finos e podem ser pendurados na parede como se fossem quadros. No atual estágio da pesquisa as lâmpadas de plasma têm uma eficiência de 15 lúmens por watt. Os pesquisadores afirmam ser possível chegar aos 30 lumens por watt quando o projeto do painel e da geometria das microcavidades estiverem revisados. Uma lâmpada incandescente tradicional tem uma eficiência entre 10 e 17 lúmens por watt.Embora o painel de lâmpadas de plasma seja seis vezes mais fino do que um painel de LEDs, o consumo de energia ainda não é o ideal. O gasto de energia das lâmpadas de plasma fica muito acima dos LEDs, em um nível intermediário entre as lâmpadas fluorescentes e as lâmpadas incandescentes.

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Mais Informações sobre Lâmpadas LED...
Sabia que...
Na minha coluna no Times, falei de uma nova geração de lâmpadas LED. Duram 25 vezes mais que as lâmpadas comuns, consomem talvez um oitavo da electricidade, funcionam com reguladores de intensidade da luz, acendem imediatamente na máxima luminosidade e não aquecem. O custo tem sido sempre um grande inconveniente, mas reparei recentemente que os preços baixaram.

Esse artigo deu origem a muitos e-mails de leitores, provavelmente porque o LED significa mudança. E a mudança mete sempre medo. Eis alguns excertos, com as minhas respostas.

* Aquilo que a maior parte dos consumidores notarão nas lâmpadas LED é a cor. Refere, e é verdade, que se podem obter cores diferentes, e também diferentes tonalidades de branco, de um branco quente a um branco frio, passando por luz do dia. No entanto, nem todo o branco é igual. Duas lâmpadas, ambas com 2700 K (branco quente), podem gerar um efeito completamente diferente numa divisão.

A diferença reside no IRC (índice de reprodução de cor). As lâmpadas incandescentes têm um IRC de 100. Os LED muito maus têm um IRC de 50; os de qualidade média (a maior parte) têm um IRC de 80 a 85. Os LED muito bons têm um IRC superior a 90.

O IRC é uma forma de expressar quantas cores do arco-íris contém, de facto, a luz branca. As lâmpadas incandescentes contêm todas as cores do arco-íris e em igual medida.

Com lâmpadas LED de IRC baixo, a cor dos objectos fica estranha e o efeito é pouco subtil e um pouco fantasmagórico.

Uau! Bem, eu nunca tinha ouvido falar do IRC, e não consta das embalagens.

Só posso dizer que estou muito satisfeito com a cor da luz das lâmpadas Cree. Não tem nada a ver com a luz fraca e diluída das lâmpadas fluorescentes compactas que vão substituir, e não acho que o efeito seja estranho ou fantasmagórico.

Mas, se o IRC for uma preocupação, experimentem uma lâmpada só em casa antes de as substituírem todas.

* Porque não tenho lâmpadas LED: Ainda não encontrei uma à venda perto de mim que produzisse mais ou menos os mesmos lúmenes de uma lâmpada incandescente de 75 ou 100 W.

Muitos de vocês referiram este aspecto: as lâmpadas de 40 e 60 W que analisei não são suficientemente fortes para olhos cansados, leitura, trabalhos de pormenor, etc.

E têm razão. É possível comprar lâmpadas LED equivalentes a 75 e 100 W ? há muitas na Internet ?, mas ainda são caras (30 a 45 dólares).

* Em minha casa, as lâmpadas fluorescentes compactas não duram metade do tempo indicado na embalagem e, quando a parte electrónica se funde, deixa aquele cheiro desagradável a componente electrónico queimado de que a minha mulher não gosta nada. Alguns amigos já me disseram que estas lâmpadas, ao fundir, já causaram incêndios.

Lamento. No entanto, o meu artigo era sobre lâmpadas LED, e não sobre lâmpadas fluorescentes compactas. Basicamente, estas últimas consistem em tubos espiralados cheios de um gás que se ilumina. As lâmpadas LED utilizam minúsculos díodos emissores de luz, do tipo que vemos nalgumas lanternas e nos ?flashes? dos smartphones.

* Porque é que não falou das lâmpadas LIFX do Kickstarter? Está a soldo da indústria de lâmpadas?

Basicamente, porque nunca tinha ouvido falar dessas lâmpadas. Mas agora já ouvi!

Parecem ser muito semelhantes ao conjunto Philips Hue que analisei, na medida em que estão são lâmpadas LED que se podem controlar com uma aplicação no telefone: luminosidade, temporização e cor. Mas a mais-valia das LIFX é que não precisam de encaminhador: a electrónica de rede está dentro da lâmpada.

E as LIFX ainda fazem mais: mudam de cor com o ritmo da música, por exemplo, ou avisam quando recebemos novas mensagens de e-mail.

Estas lâmpadas saíram-se muito bem no Kickstarter, pelo que agradaram, obviamente, ao público. Estou em contacto com os seus inventores e eles prometeram mandar-me uma para experimentar quando estiverem disponíveis.

* Fez aquilo que já muitos fizeram antes: elogiou as lâmpadas LED, sem falar na qualidade da luz.

Não importa se a lâmpada custa 200 dólares ou 50 cêntimos. Se a luz for feia e ler me fizer doer os olhos, para que é que a quero?

E mencionei a qualidade da luz, sim: na minha opinião, é excelente. Pode escolher entre ?luz do dia? (mais branca) ou ?mais quente? (mais amarela). Com algumas, como as Philips, pode regular para a cor que quiser: branco com um toque de azul ou de amarelo, por exemplo.
DAVID POGUE